domingo, 13 de janeiro de 2013

RECOMENDO MUITO!
QUANTO CONSOME UM CÉREBRO HUMANO?

           Fazendo-se a equivalência entre o consumo de glicose/calorias e a energia elétrica, um cérebro consome cerca de 20 Watts, o que é menos do que o seu monitor gasta só para mostrar imagens e textos! Agora, pense bem: qual é o dispositivo fabricado pelo homem (com TODA a tecnologia moderna!) que grava dados com som, imagem, odor, sensações tátil e gustativa durante 70 anos ininterruptos, processa tudo, gerencia e armazena, tem este consumo pífio aí em cima e ainda tem este volume diminuto?
           Hoje em dia se acha esta informação sobre o consumo elétrico cerebral em diversos lugares, inclusive em muitos sites da Internet, mas, eu fiquei sabendo sobre isto há cerca de vinte anos quando li um artigo em uma revista de eletrônica. No artigo em questão, o autor fazia a clássica comparação do cérebro humano com os computadores ou dispositivos eletrônicos relacionados, óbvio que o cérebro ganhava por larga margem! E acredito que vai continuar ganhando por muito tempo! Até porque uma máquina, além de não ter consciência nem sentimentos, não tem noção de si mesma, não se reprograma, e é um mero dispositivo que executa uma lista de instruções disponíveis; quando esta lista acaba, o sistema pára com mensagem de overflow, out of memory, red lamp, halt, ou algo semelhante. Para se ter uma idéia, o artigo que li afirmava que para se ter a capacidade de armazenamento de um cérebro humano, com toda a tecnologia de integração da época, acho que VLSI ou alguma coisa assim, o dispositivo semicondutor teria o tamanho de um prédio, praticamente, para ser mais exato, um cubo de 10 metros de lado! Hoje em dia, quanto ao tamanho físico, as coisas mudaram, mas, existem outras limitações, como o consumo por exemplo, a durabilidade, o aquecimento e outras coisas que o artigo enumerava. Por exemplo: um barramento de transferência de dados de 128 bits era a tecnologia de ponta da época, o cérebro transfere uma sinfonia inteira memorizada de uma vez só de um hemisfério para outro. Quanto ao tempo de acesso, nós humanos temos uma limitação nesta área, existem dados que não estão disponíveis no momento que queremos, mas, um supercomputador com setenta anos de dados armazenados teria tempo médio de acesso de quanto para acessar isto tudo?

Algumas fontes de pesquisa:

http://www.cerebronosso.bio.br/
http://br.dir.groups.yahoo.com/group/pordentrodosistemanervoso/message/3
http://br.groups.yahoo.com/group/pordentrodosistemanervoso/messages/1?threaded=1&m=e&var=1&tidx=1
http://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9rebro_artificial
Frases filosóficas do LP (ou CD) do Pink Floyd, "The Dark Side Of The Moon". Eram frases escritas em pequenos pedaços de papel que a banda distribuiu para diversas pessoas no estúdio, que deveriam ser lidas durante as gravações. Dentre estas pessoas, estavam Paul McCartney e o porteiro do estúdio Abbey Road.
Frases:
I don't know I was really drunk at the time.
"And I am not afraid of dying. Any time will do; I don't mind.
Why should I be Afraid of dying? There's no reason for it—you've
gotta go sometime."
"giv'em a quick, short, sharp, shock…"
"live for today, gone tomorrow, that's me…"
"There´s no dark side of the moon really
Matter of facts it´s all dark."

http://www.youtube.com/watch?v=Sxrn38OfDw8

Resolvi acrescentar algumas do álbum The Wall. Não são exatamente filosóficas, mas, alguém pode querer saber o que é dito.

I decided to add some from the album The Wall. They aren't exactly philosophical, but, somebody could want to know what they're saying:

 "You! Yes, you behind the bikesheds, stand still lady!"
 "Wrong, Guess again! 2x
If you don't eat yer meat, you can't have any pudding.
How can you have any pudding if you don't eat yer meat?
You! Yes, you behind the bikesheds, stand still laddie!"



 

sábado, 12 de janeiro de 2013

O DINHEIRO

por Jose Magalhaes, Domingo, 30 de dezembro de 2012 às 19:27 ·

        O que dizer sobre este assunto? Enquanto pensamos sobre ele, o tempo passa, e tempo, como dizem, é dinheiro! Corremos a vida toda atrás dele e ele parece estar sempre fugindo de nós. Parece que se evapora, que se sublima! Dizia um amigo meu que é uma coisa que se precisa só no momento, depois que a pressão passa, esquece-se. Tem valor só onde existe civilização, se estivermos no meio do deserto sem ninguém à vista, um cantil de água é mais útil! É a mola mestra que move o mundo, pode melhorar nossa vida ou arruiná-la de vez, depende como se usa. Eu sou daqueles tolos que acredita que o dinheiro não compra tudo, compra sorrisos falsos, amigos falsos, compra sexo, mas não compra amor. É simplesmente um mecanismo de troca que mede o esforço das pessoas para obtê-lo. É verdade que existem pessoas que despendem pouco deste esforço para obtê-lo, mas neste caso, repassaram o sofrimento para outros, seu sucesso é o resultado de muitos pequenos sofrimentos de outros somados, ou de uma cadeia de pessoas que acumularam seus esforços em série até chegar a vez do sortudo que não faz nada ou muito pouco para obtê-lo. É impossível viver sem ele? Contesto. Depende das renúncias que se faz, se alguém resolver ir para uma ilha desabitada, mas com animais e árvores frutíferas, pode viver por anos sem precisar de dinheiro para nada! Em compensação não terá os confortos da civilização e nem contato com o resto do mundo.
        O dinheiro pode desunir as famílias e destruir as amizades. É um dos testes que se pode fazer para conhecer o caráter de uma pessoa. Se alguém quer conhecer a verdadeira índole de uma pessoa, dê-lhe dinheiro ou poder e ela se mostrará como realmente é! O dinheiro altera as culturas, muda os gostos e interfere nos afetos. A moral, quando não é íntegra, se dobra ao poder do dinheiro, torna-se complacente e as pessoas “fazem vistas grossas” ao seu aviltamento. O dinheiro é tão poderoso que induz as pessoas a se justificarem com seu esforço para obtê-lo pelas coisas moralmente erradas que elas fazem. Criam-se raciocínios sofismáticos para garantir-se a própria “zona de conforto”. Raciocínios do tipo: “Se eu não o fizer, outro o fará!”; “Talvez não me apareça outra oportunidade.”; “Todo mundo tem seu preço.”; “Os honestos são idiotas.”; “Não existe ninguém honesto, é uma mera questão de oportunidade.” e outros semelhantes... Mata-se por dinheiro, mente-se por dinheiro, dissimula-se por dinheiro, finge-se por dinheiro, falsea-se por dinheiro, mas tudo isso quando não se tem uma escala de valores, uma ética, uma moral sólida e inabalável, que pasmem e acreditem: EXISTE! “O dinheiro não compra felicidade, ele manda buscar.” Depende do que se denomina como felicidade. Cada pessoa entende este conceito de um ponto de vista diferente.
        Por outro lado – sempre existe outro lado! – não existem só coisas ruins a serem ditas sobre o dinheiro. O dinheiro traz progresso, o dinheiro fomenta o desenvolvimento em todos os sentidos, o dinheiro traz conforto e facilita as tarefas árduas da vida. Para quem dá valor a isto, o dinheiro é um símbolo de status, ele indica o nível sócio-cultural que a pessoa ocupa na sociedade. O dinheiro dá acesso a coisas que as pessoas que não o tem não podem conseguir. O dinheiro, assim como as ideologias, lubrifica os atritos entre os estratos sociais. O dinheiro, quando ganho dignamente, é abençoado e é um prêmio por um trabalho consciente, honesto, íntegro e bem-feito.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Abertura

Estou me aventurando neste novo mundo (para mim) dos blogs que com a velocidade em que vivemos, já ficou velho, mas, para mim, que sou curioso, uma experiência sempre é válida.